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O mundo atual vive uma apatia dos cidadãos, sobretudo das camadas jovens, em relação à política e à vida pública, e, é urgente debruçarmos-nos sobre esta questão, identificar quais as causas e adotar medidas para combater esta passividade. A sobrevivência da Democracia exige participação dos cidadãos, e esta não ocorrerá se continuarmos a caminhar para um voltar costas entre os jovens, os homens do amanhã e a política.

São necessários debates sobre este tema, é preciso desmistificar a idéia de que os jovens não têm ideais nem grandes causas; trata-se, na minha modesta opinião, de proceder a uma arrumação simplificada entre boas e más gerações.

Os jovens atuais têm causas, têm valores, provavelmente, diferentes das outras gerações ditas com 'valores', como as de 60, ou 70; a mensagem política dos Partidos não tem chegado aos jovens, porque as diretrizes partidárias talvez sejam as mesmas de outros tempos, e, a notória falta de vontade e consciência política é preocupante, é assustadora se pensarmos no futuro da sociedade enquanto tal.

Tem de haver uma envolvência dos jovens na política, pois a política atual é associável aos conceitos de cidadania e democracia. Assim, a relação entre os jovens e a política merece uma melhor atenção da sociedade; mas, é bom não esquecer, este não é um problema exclusivo dos jovens, é um problema generalizado, e que pode ter nos jovens uma alavanca para a solução, se a sociedade intervir através da educação e de não limitar o espaço dos jovens na intervenção política e em especial na esfera partidária.

Cabe às forças partidárias conseguirem passar a mensagem, cativar os jovens, indo de encontro à nova realidade da vida, percebendo que os valores e os ideais mudaram. E, sem medos, dar lugar aos jovens na esfera político – partidária; assim, talvez consigam perceber o que mudou, entretanto.

Nós, os jovens atuais, crescemos nos últimos anos num mundo de realidade imediata, programática, com muito pouco espaço para os idealistas. Quer queiram, quer não, foi este o mundo que herdamos das tais gerações de valores…

Não fomos nós que fizemos o mundo assim.

Mas, sem dúvida, podemos e devemos transformá-lo.

 

Rômulo Mattos


 
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